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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Novo suporte de jornais


A Amazon prepara o lançamento do novo modelo de equipamento eletrônico para a leitura de livros, documentos e imagens. O Kindle DX já pode ser reservado no site da empresa. Clique no link que o vídeo mostra algumas características do produto, que precisa de escala para que possa ter um preço acessível aos mortais. O gadget custa hoje quase quinhentos dólares.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

A propósito do ofício do jornalista

Da série coisas importantes que não se aprende na escola. Outro dia estava lendo um excelente livro da jornalista norte-americana Janet Malcolm sobre ética no jornalismo, quando me deparei com um trecho no qual ela fala sobre o ofício. Neste sentido jamais ouvi qualquer orientação dos professores de jornalismo pelos quais passei, nem mesmo de editores e chefes em geral nos meus mais de 20 anos de profissão. Na posfácio do livro "O jornalista e o Assassino - Uma questão de Ética" a autora é definitiva, na minha opinião, quando se fala no uso do gravador e na transcrição de entrevistas. Leia só:

"Quando um jornalista se propõe a citar alguém a partir de uma entrevista gravada, ele tem para com o entrevistado, não menos que com o leitor, o dever de traduzir a fala para a prosa. Só um jornalista muito pouco piedoso (ou muito incompetente) mantém as palavras literais do entrevistado e deixa de fazer aquela espécie de edição e reescritura que, na vida real, os nossos próprios ouvidos fazem automática e instantaneamente".

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Vitória de Obama e da tecnologia

A vitória de Barack Obama nos EUA coincidiu com mais uma novidade no show tecnológico em que está se transformando a transmissão de informações. No vídeo, em inglês, da rede norte-americana CNN o âncora, no estúdio da emissora, chama a repórter que está em outro local para um boletim sobre a festa da vitória do candidato democrata. Wolf Blitzer, em Chicago, anuncia que pela primeira vez na história da TV um correspondente fala como se estivesse dentro do estúdio, através de uma imagem de holograma, num tête-à-tête com o apresentador.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Bate-papo sobre o futuro do jornal impresso


Lembro aos leitores que para uma melhor visualização, basta clicar na imagem que abre uma ampliação.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Lições do dono da Piauí

O jornalista Marcos Sá Corrêa disse coisas interessantes na Semana do Jornalismo, realizada no final de outubro pelo curso de Jornalismo da UFSC. Dignas de reflexão, arrisco um resumo das falas interessantes do editor da Revista Piauí.

Definição de notícia: "É aquilo que acontece agora em algum lugar onde não tem nenhum jornalista. (...) A replicação das notícias de ontem e que vão sair de novo amanhã."

Segundo ele, o último jornal impresso vai ser lido em 2043 nos Estados Unidos, ano em que vai morrer o último leitor que possui o hábito de ler jornais em papel. Para reforçar o argumento de sua previsão, citou pesquisas que apontam em 53 anos a idade média dos leitores de jornal hoje nos EUA.

Deu recomendações aos futuros jornalistas: "Repórter é um profissional da ignorância. Ele habita no território da novidade, do que ele está disposto a apreender. Sempre na fronteira daquilo que ainda não sabe. (...) A essência da Internet é que quem manda na audiência é a própria audiência".

Sugeriu algumas leituras, como "A Ferro e Fogo", de Warren Dean, na opinião dele uma obra fundamental para entender o Brasil, além, é óbvio, de "Casa Grande e Senzala", do mestre Gilberto Freyre.

Não lembrou o nome do autor, mas citou "Green Ink: an Introduction to Enviromental Journalism", de Michael Frome, norte-americano de 74 anos que é uma das referências no jornalismo ambiental praticado mundo afora. "Ele esteve em Curitiba participando de um evento e a imprensa nacional praticamente ignorou sua presença", criticou.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Cobertura televisiva do acidente da TAM

Conversa pelo msn entre dois jornalistas comentando o noticiário logo após o acidente do vôo 3054 da TAM em Congonhas


— fala meu amigo...
— RS em pânico... com o acidente..
— então
— ontem cheguei em casa e fiquei comparando as coberturas das TVS. A Globo foi um fiasco, com o jornal Nacional entrando no ar só às 20h40
— concordo..
— a melhor foi a Band que deu show de cobertura, depois a Record
— o avião em chamas e eles passando novela..
— que piada.. foi mesmo..
— e depois a Rede TV
— o SBT também foi pífio
— a Globo foi terrível..
— com informações velhas..
— passando novela mexicana
— até mesmo comparado com a GloboNews..
— velhas e incorretas
— a história do Globocop
— verdade..
— foi rídicula
— hehehehe
— Globocop ou Globocóptero?
— Globocop é f.!!!
— acho que a Globo tinha a pior equipe possível em Sampa naquele momento, pois os melhores deveriam estar cobrindo o Pan no RJ. E a ditadura dos contratos, que alterou os horários dos programas, causou o atraso do JN
— é verdade.. que vergonha..
— mas se eu fosse diretor derrubava toda a programação e colocava pelo menos uma câmera ao vivo
— porque a audiência deles deve ter despencado a zero
— sem dúvida.. metia a trilha de break e mandava ver ao vivo..
— e o pior é que a Globonews escalou a Mônica Waldvogel ao vivo e deu banho na Globo
— a irmã passou para trás a co-irmã
— ironicamente
— foi mesmo...

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