Minha irmã escreve pedindo e eu reproduzo com alegria, lembrando os leitores que livro é pra circular, não juntar poeira na casa da gente. Os alérgicos, além das crianças da escola, agradecem.
"Estou escrevendo para pedir a sua colaboração e de seus amigos, com a doação de livros usados de literatura, gibis, revistas, dentre outros, para compor a biblioteca da Escola Básica Municipal Vítor Miguel de Souza, no Itacorubi, onde trabalho. A escola está propondo a campanha para renovar o acervo e assim motivar ainda mais as nossas crianças e adolescentes à leitura.
Lembro que a escola é de ensino fundamental e trabalha com alunos de 1ª a 8ª série (6 a 15 anos)
Todos da comunidade escolar estão envolvidos na campanha, que ao final será comemorada com um evento literário.
Conto com a sua ajuda, se for possível e agradeço a atenção.
Um grande abraço"
MARÍLIA BARON
Fones da ESCOLA BÁSICA MUNICIPAL VITOR MIGUEL DE SOUZA:
(48) 3334-0031 - 3334-1043
domingo, 23 de agosto de 2009
Doação de livros para escola do Itacorubi
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Rua maluca
A Rua Nery Cardoso Bittencourt, no Bairro Santa Mônica, está virando uma zona, tal o número de automóveis estacionados dos dois lados da estreita via, ao lado do Centro Comercial Aldo Kuerten. Reproduzo alguns diálogos de quem enfrenta problema semelhante Brasil afora.
— Mas a largura de muitas ruas é um problema, porque o povo estaciona dos dois lados e atravanca o movimento. Quem dirige sabe como isso pode ser um problema. De fato, a rua tem aproximadamente 8m de largura, que é a largura-padrão de muitas ruas Brasil afora.
— A rua na qual eu moro também tem essa largura. Por ser de mão única, ela permite estacionamento dos dois lados.
— Mas se a rua em questão for de mão dupla, aí não dá mesmo para ter estacionamento dos dois lados. Se houver faixa dupla, os carros serão obrigados a desrespeitá-la para desviar dos automóveis.
Fizemos um vídeo, percorrendo o trajeto de pouco mais de 100 metros bem ao lado do campo de futebol. As imagens, feitas nos dois sentidos (ida e volta), apesar da baixa qualidade, permitem dar uma noção do quanto é difícil passar por ali.
Quando vem um carro em sentido contrário, é um Deus nos acuda.
sábado, 6 de setembro de 2008
Assino embaixo
Meu amigo e colunista do jornal A Notícia, Raul Sartori, publicou assunto neste sábado que me chamou a atenção. Assino embaixo, embora nem tivesse nascido na década de 40.
O meu e o eu
Convidado da edição deste mês do Círculo de Leitura, realizada quinta-feira passada na Universidade Federal de Santa Catarina, o respeitado antropólogo e professor aposentado Sílvio Coelho dos Santos lamentou o egoísmo desses tempos: "Lembro-me que nos anos 40 a Ilha de Santa Catarina era mais solidária. Na época, os açorianos tradicionais que pescavam tainhas sempre mandavam às viúvas e às famílias pobres o seu quinhão de peixe. Hoje, isso não existe mais. Quem sai da universidade, por exemplo, pensa somente na carreira e no dinheiro que vai ganhar, sem qualquer compromisso social."
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Trânsito dimais
Fomos ao aniversário de dois sobrinhos neste sábado à noite em Florianópolis. O festerê familiar rolou em um salão de festas do bairro Itacorubi. Fazia pelo menos um ano que não circulávamos por ali. A constatação da gente foi quanto ao excesso de carros estacionados na principal rua do bairro, asfaltada há pouco tempo em função da demanda de grande número de prédios em construção na região. O que nos chamou a atenção foi a quantidade de veículos estacionados ao longo da rua, estreita, ocupando pelo menos meia pista de cada uma das faixas de trânsito. Visitantes, moradores sem garagem, o fato evidencia a falta de planejamento urbano da Capital de SC. O problema é mundial...ou seja, como achar espaço para tantos automóveis diante do crescimento populacional??
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Comunicação Visual (?)

A esquizofrenia jurídica de Florianópolis quando o assunto é crescimento urbano produz cenas insólitas em meio a um contexto ainda mais caótico. Há algumas semanas foram instaladas algumas placas no acesso ao bairro Santa Mônica, com o objetivo de alertar os leitores/motoristas/raríssimos pedestres que passam por lá sobre recentes restrições para novas construções no bairro.
Os autores das placas reproduziram um texto quilométrico, contrariando frontalmente qualquer regra de comunicação visual. Ainda por cima há placas de proibido estacionar ao longo de todo o trecho. Para ajudar os curiosos, resolvi fotografar as tais placas. Eis uma foto (para ampliar basta clicar sobre a imagem) do texto emplacado. Aqui pergunto, será que não são irregulares as tais placas, que dependeriam de licença da Prefeitura para serem instaladas?
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Olho privilegiado

Guto Buechler. Esse é o nome dele. Inacreditável, conheço o cara há anos e jamais imaginei aquele funcionário público com cara de certinho, óculos na ponta do nariz e cabelo lambido com uma câmera na mão. Na verdade, um fotógrafo de mão cheia. Como poucos, fotografando gente, objetos banais, como pen-drives, garrafas e fios de náilon. Tudo que fica na frente de suas lentes ganha um colorido especial e uma luz espantosamente linda. Sem pedir licença, roubei uma foto de seu espaço no Flickr pra ilustrar um pouco o seu talento. Confira o requinte do sujeito clicando aqui para ver mais. Vale a pena. Parabéns meu camarada.
terça-feira, 10 de julho de 2007
Relembrando, pois
Legal a iniciativa do jornalista Carlos Damião, meu ex-colega de redação em O Estado, de resgatar um caderno especial sobre Florianópolis produzido em 1976 pela equipe na qual ele trabalhou no outrora mais poderoso jornal de Santa Catarina. Clicando aqui, você pode acessar o blog do Damião e clicando aqui o leitor pode acessar diretamente o blog que ele criou para colocar os textos do Brazil, Capital Desterro. Para as novas gerações de jornalistas, a internet é uma ferramenta fantástica para fornecer pistas para entender o mundo em que vivemos. Aliás, clicando aqui você acessa o Memória Viva, iniciativa brilhante que coloca à disposição dos interessados - sem cobrar por isso - o acervo da extinta revista O Cruzeiro, e muito mais. Entender o presente, sem conhecer o passado, é certamente uma tarefa cruel.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Habitante ilustre de Floripa

As corujinhas eram as donas do pedaço, mas a ocupação urbana em Florianópolis tem deixado poucas opções para quem quer conferir a beleza destas aves. Esta personagem eu fotografei numa ensolarada tarde de sábado na praia da Daniela. Nas áreas verdes de lá, elas fazem as tocas no meio do gramado, cavando buracos profundos na areia para fazerem abrigo para a ninhada. Com a imagem da corujinha, desejo a todos um ótimo final de semana.
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Garrafas e gargalos
quinta-feira, 22 de março de 2007
Detalhes finais no novo shopping


(Fotos: Bárbara Baron)
