terça-feira, 2 de agosto de 2011

Avião cai na serra catarinense


O avião que caiu na serra hoje era um monomotor desse daí, o Cessna C-98A Gran Caravan. Um monomotor turbinado que certamente teve de enfrentar fortes ventanias no local em que caiu. Por lá fica o Parque Eólico de Bom Jardim da Serra. Como existem por lá os enormes aerogeradores, é sinal de que o vento sopra por lá mais forte do que por aqui no litoral. Essa terça-feira foi particularmente ventosa em todo o Estado. Pela manhã até neve caiu em São Joaquim e outras paragens. Queda de avião foi um complemento trágico num dia cheio de notícias.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Desconfiança

Hummmm. Trocar jogadores aos 40 minutos. Começo a questionar o avaiano Fossati no Internacional.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ponto de vista interessante

"Ser adulto e responsável não é apenas pagar as próprias contas. É, antes de tudo, eliminar o ciúme, a insegurança, o medo do abandono, a cobrança e a posição de vítima na família. É ter consciência e aceitar que pais e mães, antes de assumirem essa condição, também foram filhos e educados num determinado contexto, com histórias que se fundem e perpetuam valores. Honrar pai e mãe: atitude para a paz".

Concordo e assino embaixo do que escreveu a professora Elizete Feliponi em A Notícia de hoje.

A íntegra do artigo está aqui.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Tamo podendo!!!

Em meio ao noticiário do Jornal Nacional recheado de notícias da tragédia no Haiti, Chico Pinheiro soltou a determinação do presidente Lula em enviar para o destroçado país uma ajuda de 15 milhões de dólares.

Poucos minutos depois, o próprio JN anunciou que a Organização das Nações Unidas estava raspando um fundo emergencial para mandar para os haitianos. Quanto? 10 milhões de dólares.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Feliz 2010!!!!!



JÁ PERDOEI ERROS QUASE IMPERDOÁVEIS

Eu já perdoei erros imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
me decepcionei com pessoas que jamais pensei que iriam me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
Eu já dei risada quando não podia,
Eu já fiz amigos eternos,
Já amei e fui amado,
mas já fui rejeitado também,
Já amei e não soube amar.

Eu também já gritei e pulei de felicidade tantas vezes,
já vivi de amor e fiz juras eternas e
quebrei a minha cara várias vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para ouvir uma voz,

me apaixonei por um sorriso,
já tive medo de morrer, de morrer de saudade de alguém
Tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas eu sobrevivi, e ainda vivo!
Eu não passo pela vida…
E acho que você também não deveria passar!

Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder, perder, mas com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo é de quem se se atreve
e a vida, meu amigo, a vida é muito importante para ser insignificante.

(Charles Chaplin)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Bye Bye New Beetle


Minha filha Bárbara vai ficar brava com esta. Vão acabar com o carrinho que ela sempre sonhou ;) o New Beetle, o fusquinha repaginado que a Volkswagen lançou há mais de dez anos. Isso deve ocorrer ano que vem, segundo divulgou o G1.com. Por aqui, um zero quilômetro custa R$ 63.525,00 segundo a Fipe. Nos Estados Unidos, para o lançamento da "Final Edition", ano que vem, está sendo anunciada a versão conversível - pra californiana nenhuma colocar defeito - a 27 mil dólares, cerca de 30% mais barata que a do carro vendido aqui no Brasil, modelo com capota rígida.
O modelo com a "edição final" sem ser conversível custará R$ 34.408, praticamente a metade do preço do New Beetle cobrado dos brasileiros.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Tom Wolfe: a verdade nua e crua

Comunicação | Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009 | 18:59

Tom Wolfe apresenta as verdadeiras mudanças de nossa época
Jornalista americano profere palestra daqui a pouco na Ufrgs

Fonte: Coletiva.net

Com a ironia e crítica que caracterizam seus livros e reportagens, o escritor e jornalista americano Tom Wolfe, 78 anos, apresentou na tarde desta segunda-feira, 16, um resumo da palestra que irá proferir hoje a partir das 19h30min, no Salão de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), no encontro de encerramento do Fronteiras do Pensamento de 2009. Esta é a primeira visita de Wolfe à capital gaúcha.

“Quando a gente convoca uma coletiva sempre se pergunta: ‘será que vai aparecer alguém’?”, disse Wolfe diante do grupo de cerca de 30 pessoas, a maioria delas com bloco e caneta nas mãos, fotógrafos e cinegrafistas que o aguardavam em um dos salões do Hotel Intercity Premium. A seguir, anunciou que adiantaria os principais trechos da palestra de hoje à noite, intitulada O espírito de nossa época. “Vou falar das grandes mudanças que ocorreram nos Estados Unidos mais ou menos desde os anos 2000.”

Mais do que alterações na economia, Wolfe anunciou “mudanças verdadeiras” que vieram de outras áreas. “Vocês já ouviram falar, por exemplo, na expressão revolução sexual, que agora se transformou em carnaval sexual”, iniciando uma série de alfinetadas. A mais contundente, no entanto, contempla um fenômeno que ele denomina como “Aristocracia do Gosto”. De acordo com o escritor, tal fenômeno remonta à França do Século 19, mas se acentuou nos Estados Unidos nos últimos 40 anos.

Os consumidores da Aristocracia do Gosto são pessoas com preferências mais refinadas na escolha de produtos culturais. Gostam de coisas que a maioria não consegue compreender e, por isto, tendem a se sentir superiores. “Por que James Joyce e Marcel Proust são tão renomados entre os intelectuais do Ocidente? Porque são autores difíceis de ler pelo populacho. Por isto são valorizados pela Aristocracia do Gosto.” Esta aristocracia terminou por abrir caminho aos “artistas sem mãos”. Para Wolfe, a arte moderna é uma combinação de falta de habilidade literária com falta de imaginação.

Wolfe também atacou a neurociência e a pesquisa genética, “que vê o ser humano como um cérebro comandado por um software. Você é o resultado de uma programação” e sua vida é como se fosse o negativo de um filme a ser revelado com o passar do tempo. Questionado sobre se considerar um pessimista, Wolfe disse que não: “Me considero um jornalista. A comédia humana jamais termina. Ela continua independentemente da idade em que você está”.

Ao lado de Gay Talese, Norman Mailer e Truman Capote, Wolfe é um dos fundadores e principais expoentes do Novo Jornalismo, gênero surgido na imprensa americana na década de 1960. Classificado como romance de não-ficção, a principal característica de Novo Jornalismo é combinar a narrativa jornalística com a literária. Wolfe avalia que o principal legado do gênero foi tornar a não-ficção a forma predominante de escrita, que terminou eclipsando o romance. “O romance se encaminha para uma situação semelhante à da poesia, que foi colocada num pedestal tão alto que ninguém vai lá em cima.” O pior legado do Novo Jornalismo foi que as pessoas passaram a escrever de forma muito subjetiva, em detrimento dos fatos.

Discussão interessante

Fiquei curioso e cheio de vontade de assistir este filme, sobre a cobertura jornalística de operações policiais no Rio de Janeiro. O Globo (clique aqui) traz matéria interessante sobre o filme-documentário "Dançando com o diabo". O diretor sul-africano Jon Blair produziu outro filme em que mostra o dilema dos repórteres fotográficos na cobertura destes conflitos.

sábado, 14 de novembro de 2009

Virtual x Real

Nunca me ficou tão patente essa coisa do virtual e do real quanto o que me aconteceu na semana passada. Li num e-mail que recebi a notícia da morte, real, de um parceiro de trabalho que conheci há cinco anos virtualmente (por telefone, por indicação de um outro colega) e com quem realizei vários trabalhos trocando figurinhas (arquivos de imagem e considerações diversas) pela internet e pelo telefone.

Rimos juntos, fomos parceiros, produzimos diversos trabalhos. Sem jamais nos vermos tête-à-tête. Soube pela internet que ele morreu semana passada. Não tive condições de ir ao enterro, fiquei chateado.

Vivo numa capital de 350 mil habitantes, ainda provinciana em muitos aspectos. Pela internet soube sobre a doença que levou meu amigo embora cedo. Uma pena, pois li muitos comentários sobre o baita sujeito que ele era.

Vai com Deus Beto Eicke! As pessoas que conviveram contigo pesssoalmente tiveram a felicidade de tê-lo por perto. Eu, mesmo que virtualmente, posso dizer o mesmo.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Viciado em arame

Ao convidar para sua vernissage, Paulo conta sobre o velho vício de trançar arames que adquiriu nos camarins esperando antes de entrar em cena. A exposição de suas novas peças abre segunda-feira (9/11) no 'TU Mercado de Moda e Arte': Fractais Tridimensionais, em São Paulo.

"Seriam flashes de consciência ante a infinitude do universo, que nos reorientam sobre a relatividade da dimensão dos seres. À parte disso, como permite o espaço de um mercado de arte, vai rolar um camarim cênico com coleção de acessórios e objetos interativos. Amanda Acosta, Carol Bezerra e Zuzu Abu – divas amigas com quem dividi os palcos – farão suas aparições", conta o arteiro que já foi jornalista da editoria de Polícia do Diário Catarinense, nos idos de 1986.

Na época ainda se autointitulava Bordin. Grande figura.

"Vamos brindar!", convida ele.

No site do Paulo tem algum dos comerciais que ele gravou, com personagens impagáveis.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Não esqueci de passar por aqui...

“A liberdade apenas aumenta as chances das coisas melhorarem. Sem ela, não há chance alguma”, nos disse o escritor Albert Camus.

domingo, 13 de setembro de 2009

Essa foi no capricho

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis." (Fernando Pessoa).

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Complemento

No pé de um e-mail que recebi hoje, um texto que acaba complementando o vídeo que postei ontem... Não sei o autor, mas assino embaixo

"Um velho estava cuidando de uma planta com todo o carinho.
Um jovem aproximou-se e perguntou:
- Qual planta é esta que o senhor está cuidando?
- É uma jabuticabeira, respondeu o senhor.
- Ela demora quanto tempo para dar frutos?
- Pelo menos uns quinze anos, informou o homem.
- E o senhor espera viver tanto tempo assim? indagou irônico o rapaz.
- Não, não creio que viva mais tempo, pois já estou no fim da minha jornada, disse o ancião.
- Então, que vantagem você leva com isso meu velho?
- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas, se todos pensassem como você."

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A vida é bela, e corta

video



Muito legal. Vale a pena ver. Nothing beats a Coke!

domingo, 23 de agosto de 2009

Doação de livros para escola do Itacorubi

Minha irmã escreve pedindo e eu reproduzo com alegria, lembrando os leitores que livro é pra circular, não juntar poeira na casa da gente. Os alérgicos, além das crianças da escola, agradecem.

"Estou escrevendo para pedir a sua colaboração e de seus amigos, com a doação de livros usados de literatura, gibis, revistas, dentre outros, para compor a biblioteca da Escola Básica Municipal Vítor Miguel de Souza, no Itacorubi, onde trabalho. A escola está propondo a campanha para renovar o acervo e assim motivar ainda mais as nossas crianças e adolescentes à leitura.
Lembro que a escola é de ensino fundamental e trabalha com alunos de 1ª a 8ª série (6 a 15 anos)
Todos da comunidade escolar estão envolvidos na campanha, que ao final será comemorada com um evento literário.
Conto com a sua ajuda, se for possível e agradeço a atenção.

Um grande abraço"

MARÍLIA BARON
Fones da ESCOLA BÁSICA MUNICIPAL VITOR MIGUEL DE SOUZA:
(48) 3334-0031 - 3334-1043

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Jornalista, com atuação na área de comunicação corporativa

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