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quarta-feira, 26 de março de 2008

O problema é bem maior que o piolho (3)

O assunto é extenso e deveria ser tratado como uma questão de saúde pública, pois envolve uma série de nuances e coloca a todos, ricos e pobres, como parte dos grupos de risco.

O velho e bom pente-fino, que eventualmente serve de apelido a operações policiais, continua sendo uma eficiente ferramenta. Pais zelosos costumam cuidar da saúde de seus rebentos incluindo o pente-fino no tratamento, sem colocar a vida deles em risco.



Aliás, há uma versão feita na Espanha do pente, em aço temperado, que dizem ser muito eficiente para remover os ovos e os bichos. Clicando aqui é possível conhecer ou comprar o produto espanhol pela internet. Há um semelhante vendido no Brasil a preço promocional de R$ 17,00, clique aqui para conferir.

Para quem não quer ir longe, qualquer boteco ou farmácia de esquina tem a versão plástica e baratinha do pente.

Uma ida ao médico é muito recomendável para a utilização de medicamentos específicos e o mais importante: ao primeiro sinal de coceira na cabeça de seus filhos, dêem uma olhada. Examinar os pequenos é a maneira mais eficaz de combater a praga ainda no início. Mãos à obra.

Piolho não é sinônimo de falta de higiene. Pode representar, sim, falta de atenção, cuidado e informação na tarefa de criar das nossas crianças. E isso, com certeza, deveria ser motivo de vergonha para muito marmanjo. É uma questão de responsabilidade e carinho por quem a gente ama.

O problema é bem maior que o piolho (2)

1. Chapinha 2. Secador de cabelos 3. Ida ao cabeleireiro. Nenhuma das alternativas anteriores, apesar de todas preferenciais na agenda de uma menina na pré ou em plena adolescência.


O sujeito da foto acima é Dale Clayton, demonstrando em sua própria filha Miriam, como é o funcionamento de sua invenção, um matador de piolhos que usa o calor para acabar com os insetos e seus ovos (lêndeas) nos cabelos de uma pessoa. O equipamento dispensa produtos químicos e não tenho informações se já saiu da fase experimental. Uma empresa ligada à universidade de Utah, nos Estados Unidos, estava, em 2006, desenvolvendo a geringonça. Leia (clicando aqui) o release em português. Ou leia, clicando aqui, a notícia no site da própria universidade, em inglês.

Com certeza o equipamento é letal apenas aos parasitas. Na foto abaixo, todas divulgadas pela assessoria de imprensa da Universidade de Utah, um close da máquina. Clicando nas imagens, abre-se uma ampliação.

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